terça-feira, 22 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Cantata de Natal
sábado, 19 de janeiro de 2013
Boa noite! Estava preparando a lição que darei amanhã na Escola Bíblia Dominical o tema será: "HERÓIS DA FÉ"
Principio da lição: Quem tem fé obedece a Palavra de Deus.
Base bíblica: Hebreus 11: 7 – Gênesis 6:5-7
Texto chave: Portanto, a fé é assim: se não vier acompanhada de ações, é coisa morta. Tiago 2:17
OBJETIVOS : Ao final da lição as crianças poderão:
o Entender que a fé fica evidente na obediência dos filhos de Deus.
o Decidir levar um estilo de vida que crê e obedece a palavra de Deus
A aula (para ficar mais dinâmica e interessante) contará com com um quebra-gelo e algumas atividades (no caso, usarei um quebra cabeça)
Não se esqueça de ter com os alunos um momento de oração: ore com as crianças pedindo perdão pela desobediência e ensine-os a pedir a Deus um coração obediente e com bastante fé, parecido com o de Noé, que foi um grande herói da fé!
Vai aqui, um exemplo de atividade:
É um quebra cabeça com o tema da Arca de Noé, peça aos alunos que recortem e pintem (para desenvolver a coordenação motora) e que façam duplas para jogarem.
É um quebra cabeça com o tema da Arca de Noé, peça aos alunos que recortem e pintem (para desenvolver a coordenação motora) e que façam duplas para jogarem.
Pais construtores de caráter?
"Instrui a criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele." – Provérbios 22.6
Você sabia que a criança também passa por crise? E que à medida que ela se desenvolve suas crises vão ficando cada vez mais difíceis e vão determinando seu caráter? Para a criança recém-nascida a família já é seu porto seguro ou não, porque é no meio familiar que ela irá sentir-se amada ou rejeitada.
1- Crises na infância. Existem?
Vamos pensar nesses bebês e refletir sobre suas crises na infância.
Ismael – Gênesis 16.15-16;
Isaque – Gênesis 21.2-3;
Moisés – Êxodo 2.2-3;
Samuel – 1Samuel 1.20-22;
Jefté – Juízes 11.1-3.
A construção do caráter acontece desde o momento da concepção, quando os pais começam a passar seus valores conversando com a criança ainda no ventre. Os pais, felizes por saber que ali no ventre tem um ser em formação, conversam, juntos, com o bebê, acariciam a barriga como se estivessem tocando o feto, beijam o ventre como se estivessem beijando o filho em formação e outros até colocam música para que o pequeno ser possa ouvir e sentir-se amado. Essas atitudes já fazem parte da construção do caráter dessa criança que está para chegar ao mundo. No filme Adorável Professor vemos uma cena linda. O pai, professor de música, demonstra seu amor e carinho pelo filho que irá nascer colocando música na barriga da mamãe. No filme Desafiando Gigantes, a mamãe já ama seu filho mesmo antes de concebê-lo. Daí podemos observar que esta criança será recebida com muito amor, carinho e afeto, ocupando seu lugar na família como presente de Deus para complementar a felicidade do casal.
De acordo com Erick Erickson, a criança enfrenta algumas crises desde que ocupa seu lugar no mundo. Nos primeiros momentos de vida ela percebe se é amada ou rejeitada, sentimentos que são percebidos conforme a qualidade do relacionamento que os pais têm com ela. Quando pensamos ou falamos de criança, sempre levamos em consideração a criança como um todo, e não paramos para analisar a criança em seu processo de desenvolvimento, por este motivo nos deparamos com tantos adultos com dificuldade de relacionamento em diversas áreas da vida.
A criança em seus primeiros meses de vida identifica a mãe pelo cheiro, pela voz, pelo toque (Winnicot). Às vezes, o bebê está chorando no colo de alguém, quando a mamãe o pega em seu colo, imediatamente, ele para de chorar. A criança em seus primeiros dias de vida precisa confiar em seus pais. Será isso possível? Sim! Quando suas necessidades são satisfeitas, quando ela está alimentada, limpinha e sequinha, ela agradece ficando quietinha e tranquila. Ela se sente segura. Se estes cuidados não forem observados, essa criança crescerá insegura, sem confiar em ninguém.
A construção do caráter é um processo iniciado ainda no ventre e acompanha o indivíduo por toda sua vida. Todo distúrbio de comportamento tem seu início na infância. Por essa razão, é muito importante que os pais procurem conhecer mais profundamente a criança e acompanhar seu desenvolvimento em todas as fases, pois cada fase vivida vem com uma crise diferente. Entendendo a criança como ela é, a melhor coisa a fazer é seguir os conselhos do sábio Salomão que diz: "Instrui a criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele" (Pv 22.6).
Durante as fases de desenvolvimento, a criança passa pela autoaceitação do "eu" como identidade. Ela desenvolve sua autonomia, que é bem trabalhada na escola, nas primeiras séries da Educação Infantil. Nessa fase, os pais precisam estar atentos para não prejudicarem a autoestima da criança, tratando-a com respeito e oferecendo apoio, elogiando os mínimos progressos para que ela não venha a se sentir inferiorizada e incapaz de superar seus fracassos. Alguns pais, quando o filho mostra o boletim, feliz da vida por não ter ficado abaixo da média, dizem em tom grosseiro: "Deveria ter tirado 10". Tiram todo o estímulo da criança em ter procurado fazer o melhor. O pai e a mãe, quando os filhos conseguirem uma vitória, por menor que seja, devem incentivá-los de tal maneira que eles possam continuar na busca de feitos maiores. É não dizer: "Está errado!" Mas, sim: "Você pode fazer melhor". Às vezes, até quando a criança cai e procura com o olhar a ajuda dos pais, e ouve: "Deveria ter quebrado esse ou aquele órgão". Que contribuição esses pais estão dando na construção do caráter dessa criança?
2- Fantasia infantil, realidade adulta
A criança vive no mundo do faz-de-conta e através das brincadeiras é que ela forma seu caráter, constrói seu mundo real, descobre qual profissão deve escolher. Ela aprende brincando, aprende fazendo no seu mundo infantil.
A Bíblia diz: "Vós pais não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor" (Ef 6.4). E tantos pais, por insensatez ou desconhecimento da profundidade de seus atos na construção do caráter de seus filhos, fazem a triste comparação entre irmãos. (Como Rebeca que amava mais a Jacó e Isaque a Esaú.) Conhecemos o fim dessa história. Pais que provocam a ira aos filhos, o ódio entre irmãos, fazendo a triste comparação: "Você deveria ser como seu irmão que só nos dá prazer" ou "Você não chega a lugar algum, você é burro, não aprende nada. Já seu irmão, esse sim, tem futuro". A rejeição dos irmãos de José a ele foi criada por ser ele o filho preferido de Jacó. Não é de se admirar, pois Jacó teve o exemplo em sua casa, na infância. Pais, observem o que Paulo disse a Timóteo: "Tem cuidado de ti mesmo". É bom parar e refletir sobre o comportamento de seus filhos. Será que os desajustes não estão sendo provocados por você? Pelas suas preferências? Pelas suas atitudes e palavras? Tenha cuidado, avalie seu comportamento dentro do lar. Não seja como aquele pai da conhecida ilustração. A filha dizia que gostaria que a família morasse na igreja, porque lá seu pai era um, em casa, outro. O caráter dos nossos filhos está o tempo todo sendo construído por nós, pela nossa maneira de ser e viver. Se mentirmos, nossos filhos aprenderão a mentir; se falarmos a verdade, independentemente das circunstâncias, nossos filhos serão honestos e verdadeiros e nos admirarão muito mais. Terão prazer de dizer que são nossos filhos.
Crianças, desde bebês, enfrentam crises as mais diversas. Você acredita que bebês também têm depressão? Têm sim! Outro dia, uma instituição que cuidava de bebês carentes foi fechada porque todos os bebês daquela instituição estavam com depressão. Criança em construção precisa de amor, carinho, aconchego e cuidados.
Pais, não entreguem seus filhos a cuidado de terceiros. Eles não são objetos, nem troféus. São crianças, filhos, herança do Senhor. Como presentes de Deus, cuide bem desse tesouro que Deus lhe confiou.
Gerar um filho é fácil e prazeroso, mas educá-lo é uma tarefa difícil e desafiadora. Quando decidir ter um filho, planeje logo a melhor forma de educá-lo e eduque-o com o que há de melhor. A Bíblia é o melhor e mais completo código de ética e moral. Nela podemos encontrar todas as diretrizes para uma vida vitoriosa e nessa "rota 66" encontraremos tudo que precisarmos para educar, instruir, exortar, disciplinar e viver uma vida harmoniosa e equilibrada sem esquecer que a criança "aprende o que vive e vive o que aprende". Portanto, seja exemplo em tudo, lembre-se que há alguns olhinhos espertos sempre olhando para você e percebendo se são amados ou rejeitados. A criança espelha-se em você.
Conclusão
Reflita nesse poema a seguir:
Se a criança vive sob crítica, ela aprende a condenar;
Se a criança vive sob hostilidade, ela aprende a brigar;
Se a criança vive ridicularizada, ela aprende a ser tímida;
Se a criança vive sob humilhação, ela aprende a sentir-se culpada;
Se a criança vive com tolerância, ela aprende a paciência;
Se a criança vive com encorajamento, ela aprende a ter confiança;
Se a criança vive com louvor, ela aprende a apreciar;
Se a criança vive com compreensão, ela aprende a justiça;
Se a criança vive com segurança, ela aprende a ter fé;
Se a criança vive com aprovação, ela aprende a gostar de si mesma;
Se a criança vive com aceitação e amizade, ela aprende a AMAR.
Que exemplo você está sendo para seus filhos? Quais sentimentos eles estão desenvolvendo? Quais sentimentos você nutre por eles? Por quê? Você já foi criança. Como foi seu mundo do faz-de-conta? Eles a influenciaram de alguma forma? Como você vê o mundo do faz-de-conta dos seus filhos? Como pais cristãos, faça sua parte.
Fonte:União Feminina Missionária Batista do Brasil
Sete princípios para o Evangelista de Crianças
Posted by Gilberto Celeti on Friday, July 6, 2012 Under: Evangelismo
Ser um EVANGELISTA DE CRIANÇAS é ganhar para Cristo e discipular os que estão na faixa etária de 4 a 14 anos de idade. É ser um MISSIONÁRIO DA JANELA 0 X 14 - a janela da oportunidade. As estatísticas apontam que é justamente na faixa etária de 0 a 14 anos que 86% dos que hoje se dizem salvos pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo, receberam-nO como seu Senhor e Salvador. Infelizmente, há preconceitos e atitudes erradas que se tornam barreiras no evangelismo de crianças. Um raciocínio preconceituoso é: “Se não posso dar assistência a uma criança marginalizada, não é conveniente então, evangelizá-la. Para que evangelizá-la se depois não poderei dar-lhe um lar, uma roupa, um prato de comida?” Outro pensamento errado é supor que uma criança mais afortunada não tem nenhum interesse nas coisas de Deus. E assim, milhares de crianças, tanto ricas como pobres, são deixadas sem ouvir o precioso evangelho. É preciso eliminar os preconceitos e adotar uma atitude correta na tarefa de ganhar as crianças para Cristo. Considere, então, os princípios abaixo:
1. PRINCÍPIO DA PRIORIDADE
Há tanto para fazer que, na maioria das vezes, ficamos agitados de um lado para outro com "muitas coisas", quando apenas "uma coisa é necessária" - estar aos pés de Jesus! Em João 21:15 Jesus faz a seguinte pergunta: “Tu me amas”? Após a resposta positiva de Pedro, Jesus lhe disse: “Cuida dos meus cordeiros”. Aquele que se preocupa com o Senhor em primeiro lugar, desejando adorá-lo, amá-lo, honrá-lo, estará com o coração correto para amar também as crianças ao seu redor e será usado pelo Senhor alcançando com a mensagem da salvação as crianças das classes mais e menos favorecidas. O princípio de prioridade quer dizer: "Seja Maria e não Marta!"
2. PRINCÍPIO DO PODER DO EVANGELHO
O evangelho é “o poder de Deus para, salvação de todo aquele que crê" (Romanos 1: 16). "Todo aquele" pode ser qualquer criança, não importa qual a sua condição. Muitas pessoas acreditam que as crianças mais carentes, ao contrário das mais ricas, reconhecem com mais facilidade o seu próprio estado de pecado e a sua real necessidade de um Salvador, mas na prática sabemos que não é assim. Este princípio afirma: "Nunca pense que é mais difícil alcançar uma criança do que outra".
3. PRINCÍPIO DO VALOR DE UMA ALMA
Jesus Cristo afirmou: "Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Que daria um homem em troca de sua alma?" (Marcos 8:36,37). Se uma criança tiver todos os recursos necessários para o seu bom desenvolvimento e, ainda assim, não confiar em Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador, de que lhe adiantará todo o luxo e todo o conforto? Por outro lado, a criança que vive na miséria e na pobreza que assola tantas famílias, convivendo com a marginalidade, a violência, o abandono e a prostituição, tão alarmantes, teria, na solução destes problemas, maior possibilidade de crer na mensagem da salvação? Sem nenhuma sombra de dúvida, as almas eternas das crianças são de suprema importância e não a sua condição de miséria ou abundância ou qualquer outra condição exterior. A criança, seja rica, seja pobre, precisa ouvir, entender e crer no evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Deveremos, por isto, ser indiferentes à sorte dos pobres? De maneira nenhuma. Conforme Tiago 5.1-6, o Senhor ouve o clamor dos pobres, vê a acumulação cada vez maior de riquezas nas mãos dos ricos, a avareza, a injustiça, a crueldade e a corrupção. O Senhor dará a justa retribuição àqueles que acumulam riquezas desonestamente. Que sejamos pacientes e perseverantes em anunciar a verdade, expondo o pecado em toda a sua realidade, não só o pecado individual, mas também o pecado que gera problemas sociais, mesmo que isto acarrete algum tipo de sofrimento. Oremos contra toda a injustiça. Para nós, o fato de não podermos resolver toda a problemática da pobreza e do sofrimento neste mundo, não deverá ser um impedimento na tarefa de evangelizar e discipular, pois esta é a Grande Comissão que recebemos de nosso Senhor Jesus Cristo. Este princípio nos livra de aceitar a lógica humana de que o principal problema do homem seja terreno. Não! “O problema número 1 do ser humano, criança ou adulto, é o seu destino eterno”.
4. PRINCÍPIO DA IDENTIFICAÇÃO
Poderiam as circunstâncias limitar a graça de Deus? De maneira nenhuma! Por mais difícil que seja a circunstância em que a criança vive, é um erro supor que ela precisa ser retirada da sua situação, às vezes tão negativa, para que possa ouvir favoravelmente ao evangelho, pois é exatamente ali onde ela se encontra que a graça do Senhor pode alcançá-la. O amor, a alegria, a paz, o poder e o consolo prometidos pelo Senhor podem ser experimentados mesmo nas situações mais desfavoráveis e adversas e podemos aprender com o apóstolo Paulo, a dizer confiadamente: "Tanto sei estar humilhado, como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias já tenho experiência, tanto de fartura, como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece" (Filipenses 4:12,13). Quando Jesus ordenou: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15), Ele sabia que os discípulos enfrentariam culturas e situações completamente diferentes daquelas a que estavam acostumados e vivenciariam situações que não poderiam nem mesmo compreender completamente. Será que eu precisarei ser um miserável para evangelizar a criança abandonada? Será que eu precisarei ser um milionário para evangelizar a criança privilegiada? Será que as crianças me aceitarão, embora eu não seja de seu próprio contexto? A compreensão da cultura e dos problemas específicos da criança a quem vamos ministrar, a identificação com ela, a contextualização da mensagem, a disposição de amá-la, conhecendo ao máximo como ela vive e falando a linguagem que ela possa entender, sem a preocupação exagerada com a questão de que somos diferentes dela, são elementos que cooperarão para que ela seja sensível ao Senhor e ao evangelho. Vale a pena meditar nas palavras do apóstolo Paulo em 1 Coríntios 9.22: "Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos salvar alguns". Sim, é necessário levar a sério este princípio da identificação: "Alcance a criança em seu próprio contexto!"
5. PRINCÍPIO DA NÃO ACEPÇÃO DE PESSOAS
A maioria do esforço evangelístico é sempre direcionada para as camadas menos favorecidas da sociedade. Provavelmente, isto se deve ao fato de que, identificando-se as necessidades físicas, atenta-se também para as necessidades espirituais das pessoas. Deus, entretanto, não faz acepção de pessoas. Uma alma eterna não pode valer mais do que outra. As óbvias necessidades materiais de uma criança carente não fazem o seu destino eterno ser, de modo algum, mais importante do que o das outras crianças. Sendo assim, é necessário empregar todo esforço e diligência para se alcançar as crianças em todas as classes sociais. Que jamais, por causa do medo ou da incredulidade, venhamos a negligenciar os pequeninos! Precisamos amar ao Senhor e amar as crianças, certos de que elas são receptivas ao Evangelho e estão desejosas de aprender da Bíblia. Precisamos crer que, em todos os contextos sociais, as crianças podem ser alcançadas com a mensagem da salvação. Vamos descobrir estratégias para cumprir o nosso ministério de alcançar todas as crianças e em todos os lugares. Este princípio, da não acepção de pessoas, diz: "Não julgue ser mais importante alcançar a criança miserável do que qualquer outra". Vá, onde as crianças estão, com o evangelho de Cristo Jesus!
6. PRINCÍPIO DA IGREJA
Nenhum trabalho que vise evangelizar as crianças deveria ser planejado e iniciado sem o conhecimento e aprovação da igreja e sua liderança. É fundamental que os ministérios especiais que venhamos a realizar sejam da igreja, e não os nossos ministérios. Isto contribuirá, e muito, para que as crianças sejam preparadas para uma futura integração à vida da igreja. A igreja com a visão da importância de se evangelizar as crianças, dará o apoio fundamental para que o trabalho não seja interrompido: orações, materiais, pessoas, etc. Ninguém pode fazer tudo sozinho! Este princípio afirma: "Trabalhe sempre em sintonia com a sua igreja”.
7. PRINCÍPIO DA GLÓRIA DE DEUS
A nossa mente e o nosso coração devem ser dominados pelo sentimento de que somos simplesmente instrumentos nas mãos do Senhor. "Porque de Deus somos cooperadores" (1 Coríntios 3:9). Se há algum fruto, algum resultado, não temos do que nos gloriar. Somos seus cooperadores. Trabalhamos para o Senhor e tudo quanto fazemos, devemos fazer para a glória de Deus! Na verdade, Ele é quem realiza Seu plano através de nós, pois Ele mesmo disse: "Sem mim nada podeis fazer" (João 15:5). Este princípio é claro: "Faça tudo para a glória de Deus!"
CONCLUSÃO
Observemos bem estes princípios com disposição para evangelizar e discipular a JANELA 0 X 14. Estes princípios são também os que norteiam o trabalho da Aliança Pró Evangelização das Crianças – APEC, que em 2011 completará 70 anos de atividades no Brasil. Continuemos juntos, alcançando as crianças no Brasil e no mundo, sem distinção de origem, raça, cor, idade, religião, ou quaisquer outras formas de discriminação.
Gilberto Celeti
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